Nascido em Pernambuco, no dia 01/07/1946, cresce ouvindo música brasileira nos alto-falantes da feira da cidade, e aos 4 anos participa de um concurso infantil, interpretando Capiba.
Nos anos 50 vai com a família para Recife, e mais tarde se envolve em atividades político-estudantis. Participa de festivais no final da década de 60, e em 1970 se forma em Direito, exercendo a profissão por apenas alguns meses.
Participou do Festival Universitário da TV Tupi com Geraldo Azevedo, com quem gravou seu primeiro LP, em 1972 e ganhou projeção participando do Festival Abertura, da TV Globo, em 75, com "Vou Danado Pra Catende".
O sucesso mesmo aconteceu a partir de 80 com as músicas "Tropicana" (com Vicente Barreto) e "Coração Bobo".
Poeta e intérprete carismático, com uma obra que mistura as raízes nordestinas com o pop e o rock, já lançou mais de vinte discos, tendo suas músicas gravadas por outros intérpretes como Elba Ramalho ("Chego Já" e "Ciranda da Rosa Vermelha") e Maria Bethânia ("Na Primeira Manhã", "Junho" e "Tomara").
Eclético, apresentou-se tanto no Festival de Jazz de Montreux (Suíça) quando no Rock In Rio II, em 1991, tocando logo após o cantor funk Prince.
Nos anos 90, fez sucesso com canções como "La Belle de Jour" e "Tesoura do Desejo". Em 1996, o show "O Grande Encontro", com Alceu Valença, Elba Ramalho, Zé Ramalho e Geraldo Azevedo, trouxe o artista de volta ao centro dos holofotes, que virou também CD, vendendo mais de 500 mil cópias.
Outros sucessos de Alceu: "Talismã" (Geraldo Azevedo/ Alceu Valença), "Papagaio do Futuro", "Como dois animais" (Alceu Valença), "Cavalo de Pau" (Alceu Valença), "Na Primeira Manhã" (Alceu Valença), "Anunciação" (Alceu Valença), "Solidão" (Alceu Valença), "Pelas ruas que andei" (com Vicente Barreto), "Estação da Luz", "Amor Covarde", "Bicho Maluco Beleza" (Alceu Valença), "FM Rebeldia" (Alceu Valença), "Bicho Maluco Beleza" (Alceu Valença) e outros.
Em maio de 2003, Alceu grava no Rio de Janeiro “Ao vivo em todos os sentidos”, reunindo vários sucessos em CD e, pela primeira vez, em DVD. Em julho, recebe o Prêmio Tim de Música Brasileira na categoria "Melhor cantor regional", pelo CD "De Janeiro a Janeiro", em cerimônia realizado no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
Em 2005 lança seu 26º disco solo:“Na embolada do tempo”.
Discografia:
Alceu Valença e Geraldo Azevedo - Quadrafônico (1972)
Alceu Valença - A noite do espantalho (1974)
Alceu Valença - Molhado de suor (1974)
Alceu Valença - Vivo! (1976)
Alceu Valença - Espelho cristalino (1977)
Alceu Valença - Saudade de Pernambuco (1979)
Alceu Valença - Coração bobo (1980)
Alceu Valença - Cinco sentidos (1981)
Alceu Valença - Cavalo de pau (1982)
Alceu Valença - Anjo avesso (1983)
Alceu Valença - Mágico (1984)
Alceu Valença - Estação da luz (1985)
Alceu Valença - Ao vivo (1986)
Alceu Valença - Rubi (1986)
Alceu Valença - Leque moleque (1987)
Alceu Valença - Oropa, França e Bahia (1988)
Alceu Valença - Andar andar (1990)
Alceu Valença - 7 Desejos (1991)
Alceu Valença - Maracatú, Batuques e Ladeiras (1994)
Alceu Valença - Meus momentos (1994)
Alceu Valença - Sol e chuva (1997)
Alceu Valença - Forró de todos os tempos (1998)
Alceu Valença - Todos os cantos ao vivo (1999)
Alceu Valença - Pelas ruas que andei (1999)
Alceu Valença - Forró lunar (2001)
Alceu Valença - De janeiro a janeiro (2002)
Alceu Valença - Ao vivo em todos os sentidos (2003)
Alceu Valença - Na embolada do tempo (2005)
Alceu Valença - O fino do frevo (2006)
Alceu Valença - Marca zero ao vivo (2007)
Alceu Valença - Ciranda mourisca (2008)
Site oficial:
http://www2.uol.com.br/alceuvalenca
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